Joguei duas penas ao vento,
Dei-lhes a liberdade.
Caíram feito duas pedras,
Ruidosas e sem vontade.
Joguei duas pedras à terra,
Dei-lhes a liberdade.
Caíram feito duas penas,
Silenciosas e sem vaidade.
Lancei mão de minha esperança.
Cantei para o galo à vontade.
Sonhei que era criança de novo.
Esperei até tarde.
Fingi que sabia as senhas.
Misturei grãos e serragem.
Fiz de mim anfitrião
De minha vida e vontade.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Joguei duas penas ao vento
Joguei duas penas ao vento,
Dei-lhes a liberdade.
Caíram feito duas pedras,
Ruidosas e sem vontade.
Joguei duas pedras à terra,
Dei-lhes a liberdade.
Caíram feito duas penas,
Silenciosas e sem vaidade.
Lancei mão de minha esperança.
Cantei para o galo à vontade.
Sonhei que era criança de novo.
Esperei até tarde.
Fingi que sabia as senhas.
Misturei grãos e serragem.
Fiz de mim anfitrião
De minha vida e vontade.
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